terça-feira, 31 de maio de 2011

A Noite do Meu Bem
Dolores Duran
Composição : Dolores DuranHoje eu quero a rosa mais linda que houver
E a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem
Hoje eu quero paz de criança dormindo
E abandono de flores se abrindo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero ternura de irmãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah, eu quero o amor, o amor mais profundo
Eu quero toda beleza do mundo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero ternura de irmãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Eu já nem sei se terei no olhar
Toda pureza que eu quero lhe dar

Falsos Amigos
Dolores Duran
Eles dizem que eu bebo demais
E que sou um vagabundo
Todos falam que
sou um perdido
Um perdido pro mundo
Quando eu passo,
os falsos amigos,
De mim acham graça
E murmuram, ali vai um ébrio
Cheirando a cachaça
Essa vida que levo,bem sei,
não é vida normal
Vou contar a vocês
minha história
Este drama que me destruiu
Tive alguém que
amei com loucura
E este alguém me traiu.
Minha história.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Sauades de BELA MUSICAS



Filme Triste
Trio Esperança
Composição : J. D. Laudermilk - Vrs. Romeu NunesMeu broto me avisou que ia estudar
Ai, ai, ai, ai,
E ao cinema eu fui me distrair
Ai, ai, ai, ai,
E ao chegar nem quiz acreditar
Eu vi meu bem sentado com alguém
Em frente a mim.
E os dois agarradinhos eu notei
Ai, ai, ai, ai,
A minha melhor amiga me traiu
Ai, ai, ai , ai
Trocavam beijos que eu quase morri
E do princípio ao fim do filme eu chorei!
(refrão)
Oh oh oh... filme triste
Que me fez chorar
Oh oh oh...filme triste
Que me fez chorar
E ao chegar em casa mamãe viu
Ai ai ai ai
Os meus olhos vermelhos de chorar
Ai ai ai ai
E abraçada a ela eu expliquei
O filme foi tão triste que eu chorei
(refrão)
Oh oh oh... filme triste
Que me fez chorar
Oh oh oh...filme triste
Que me fez chorar
Filme triste que me fez chorar
Ah ah ah .
Luiz GONZAGA

Asa Branca
Luíz Gonzaga
Composição : Luiz Gonzaga / Humberto TeixeiraQuando "oiei" a terra ardendo
Qual a fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de "prantação"
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
"Intonce" eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração
"Intonce" eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração
Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Quando o verde dos teus "óio"
Se "espaiar" na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração

Meu Amor Não vá Embora
Beto Barbosa
Composição : Paulo Debétio / Paulinho RezendeMeu Amor não vá embora.
Beto Barbosa
Meu amor não vá embora não.
Fique mais uma estação.
Primavera faz verão.
No meu coração.
Primavera faz verão.
No meu coração.
Teu amor me acorrentou.
Nas correntezas d'um rio.
Me afogou e me levou.
Com seu olhar, tão macio.
Quando eu acreditei, que seria feliz.
Você vem e me diz,
Que seus olhos se vão. Oh meu Amor.
Vá embora não.
Meu amor não vá embora não.
Fique mais uma estação.
Primavera faz verão.
No meu coração.
Primavera faz verão.
No meu coração.
Me contou um beija-flor.
Que ouviu d'um vento vadio.
Que sem você minha flor.
Eu sou um vaso vazio.
Sou a sombra de mim.
Morro de solidão.
Não me parta assim.
Tenha mais compaixão. Oh meu Amor.
Vá embora não.
Meu amor não vá embora não.
Fique mais uma estação.
Primavera faz verão.
No meu coração.
Música do Dia

C C7+ Am Am/G
Com o coração na voz
F Dm
E o grito mais feroz
G4/7 G7
Eu canto a mesma dor
C C7+ Am Am/G
De outros corações assim
F Dm
Que sofrem igual a mim
Bm7/5- E7
Do mesmo mal de amor
Am E7/5+ Am
As estórias todas são iguais
C/D D7
Eu apenas faço delas mais
Dm G7
Uma canção de amor
Ou de dor
C C7+ Am Am/G
O meu coração eu dei
F Dm
Foi tanto que eu amei
G F/A A#° G/B
E muito o que sofri
C C7+ Am
E no coração deixei
Am/G F Dm
Sangrar então cantei
E4/7 E9-/7
As dores que senti
F F#°
No meu peito bate forte o mesmo coração
C/G Ab5+
Que depois de tudo grita por você
Am
Nessa canção
Dm G7 Ab°
Coração, coração
Am C/D D7
Canta coração
F G7 Ab°
quinta-feira, 26 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Luiz Gonzaga

Nasceu na fazenda Caiçara, no sopé da Serra de Araripe, na zona rural de Exu, sertão de Pernambuco. O lugar seria revivido anos mais tarde em "Pé de Serra", uma de suas primeiras composições. Seu pai, Januário, trabalhava na roça, num latifúndio, e nas horas vagas tocava acordeão (também consertava o instrumento). Foi com ele que Luiz Gonzaga aprendeu a tocá-lo. Não era nem adolescente ainda, quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai. Autêntico representante da cultura nordestina, manteve-se fiel às suas origens mesmo seguindo carreira musical no sul do Brasil. O gênero musical que o consagrou foi o baião. A canção emblemática de sua carreira foi Asa Branca, que compôs em 1947, em parceria com o advogado cearense Humberto Teixeira.
Antes dos dezoito anos, ele se apaixonou por Nazarena, uma moça da região e, repelido pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, ameaçou-o de morte. Januário e Santana lhe deram uma surra por isso. Revoltado, Luiz Gonzaga fugiu de casa e ingressou no exército em Crato, Ceará. A partir dali, durante nove anos ele viajou por vários estados brasileiros, como soldado. Em Juiz de Fora-MG, conheceu Domingos Ambrósio, também soldado e conhecido na região pela sua habilidade como acordeonista
Em 1939, deu baixa do Exército no Rio de Janeiro, decidido a se dedicar à música. Na então capital do Brasil, começou por tocar na zona do meretrício. No início da carreira, apenas solava acordeão (instrumentista), tendo choros, sambas, fox e outros gêneros da época. Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros. Apresentava-se com o típico figurino do músico profissional: paletó e gravata. Até que, em 1941, no programa de Ary Barroso, ele foi aplaudido executando Vira e Mexe , um tema de sabor regional, de sua autoria. O sucesso lhe valeu um contrato com a gravadora Victor, pela qual lançou mais de 50 músicas instrumentais. Vira e mexe foi a primeira música que gravou em disco.
Veio depois a sua primeira contratação, pela Rádio Nacional. Foi lá que tomou contato com o acordeonista gaúcho Pedro Raimundo, que usava os trajes típicos da sua região. Foi do contato com este artista que surgiu a ideia de Luiz Gonzaga apresentar-se vestido de vaqueiro - figurino que o consagrou como artista.
Em 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira.
Também em 1945, uma cantora de coro chamada Odalisca Guedes deu à luz um menino, no Rio. Luiz Gonzaga tinha um caso com a moça - iniciado provavelmente quando ela já estava grávida - e assumiu a paternidade do rebento, adotando-o e dando-lhe seu nome: Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior. Gonzaguinha foi criado pelos seus padrinhos, com a assistência financeira do artista.
Em 1946 voltou pela primeira vez a Exu (Pernambuco), e o reencontro com seu pai é narrado em sua composição Respeita Januário, parceria com Humberto Teixeira.
Em 1948, casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que tinha se tornado sua secretária particular. O casal viveu junto até perto do fim da vida de "Lua". E com ela teve outro filho que Lua a Chamava de Rosinha.
Gonzaga sofria de osteoporose. Morreu vítima de parada cardiorrespiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte (a contragosto de Gonzaguinha, que pediu que o corpo fosse levado o mais rápido possível para Exu, irritando várias pessoas que iriam ao velório e tornando Gonzaguinha "persona non grata" em Juazeiro do Norte) e posteriormente sepultado em seu município natal.
Carnaval 89


A1 - Quem Vai Querer? | |
| G.R.E.S. Arranco | |
| A2 - Milton Nascimento, Sou do Mundo, Sou de Minas Gerais | |
| S.E.R.E.S. Unidos do Cabuçu | |
| A3 - Vida que te Quero Viva | |
| G.R.E.S. Unidos da Ponte | |
| A4 - Elis, um Trem Chamado Emoção | |
| G.R.E.S. Mocidade Independente de Padre Miguel | |
| A5 - Rio, Samba, Amor e Tradição | |
| G.R.E.S. Tradição | |
| B1 - Festa Profana | |
| G.R.E.S. União da Ilha do Governador | |
| B2 - O que é Bom todo Mundo Gosta | |
| G.R.E.S. Caprichosos de Pilares | |
| B3 - Templo Negro em Tempo de Consciência Negra | |
| G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro | |
| B4 - Trinca de Reis | |
| G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira | |
| B5 - Bateria das Escolas | |
|
| |
| Disco 02 | |
| C1 - Mitologia, Astrologia, Horóscopo, uma Benção para o Carnaval Brasileiro | |
| G.R.E.S. Unidos do Jacarezinho | |
| C2 - Liberdade, Liberdade, Abre as Asas sobre Nós | |
| G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense | |
| C3 - De Portugal à Bienal no País do Carnaval | |
| G.R.E.S. Unidos da Tijuca | |
| C4 - Made in Brazil, Yes Nós Temos Banana | |
| G.R.E.S. São Clemente | |
| C5 - Um, Dois, Feijão com Arroz | |
| G.R.E.S. Estácio de Sá | |
| D1 - Direito é Direito | |
| G.R.E.S. Unidos de Vila Isabel | |
| D2 - Achado não é Roubado | |
| G.R.E.S. Portela | |
| D3 - Ratos e urubus larguem minha fantasia | |
| G.R.E.S. Beija-Flor de Nilópolis | |
| D4 - Jorge Amado, Axé Brasil | |
| G.R.E.S. Império Serrano | |




































